Processo gasparzinho
August 29, 2011

Seu eu contasse ninguém acreditaria, por isso eu tirei um print. A sessão existia no Oracle, consumia waits do banco mais ela não estava no processo ID do AIX! Não acredita … então veja:

 

Tirando esse problema, o banco estava apresentado outros comportamentos muito estranhos.

Já estava pensando que o pmon tinha puxado um baseado, que vi que o banco não estava conseguindo arquivar! Quando forcei para gerar um novo archive ele não conseguiu … mais NADA, realmente NADA apontava no alert log.

Vai entender …

 

Seus processos Oracle estão morrendo?
August 25, 2011

Caso esteja recebendo essas mensagens de erro do ksvcreate no seu alert log, como abaixo:

Wed Aug 24 17:00:39 2011
Process m000 died, see its trace file
Wed Aug 24 17:00:39 2011
ksvcreate: Process(m000) creation failed
Wed Aug 24 17:01:40 2011
Process m000 died, see its trace file
Wed Aug 24 17:01:40 2011
ksvcreate: Process(m000) creation failed
Wed Aug 24 17:02:41 2011
Process m000 died, see its trace file
Wed Aug 24 17:02:41 2011
ksvcreate: Process(m000) creation failed
Wed Aug 24 17:03:42 2011
Process m000 died, see its trace file
Wed Aug 24 17:03:42 2011
ksvcreate: Process(m000) creation failed
Wed Aug 24 17:04:43 2011
Process m000 died, see its trace file
Wed Aug 24 17:04:43 2011
ksvcreate: Process(m000) creation failed
Wed Aug 24 17:05:44 2011

Você precisa urgente aumentar o limite máximo de processos que o Oracle pode criar através do parâmetro de inicialização PROCESSES. O grande problema de alterar esse parâmetro é que ele não é dinâmico, você precisa baixar e subir o banco para a alteração entrar em vigor.

SQL> show parameter processes
NAME                                   TYPE       VALUE
------------------------------------ ----------- ------
aq_tm_processes                       integer      0
db_writer_processes                   integer      1
gcs_server_processes                  integer      0
global_txn_processes                  integer      1
job_queue_processes                   integer      1000
log_archive_max_processes             integer      4
processes                             integer     150

SQL> alter system set processes=2000;
alter system set processes=2000
*
ERROR at line 1:
ORA-02095: specified initialization parameter cannot be modified

SQL> alter system set processes=2000 scope=spfile;

System altered.
SQL> shutdown immediate
Database closed.
Database dismounted.
ORACLE instance shut down.

SQL> startup
ORACLE instance started.
Total System Global Area 238530560 bytes
Fixed Size	 1343380 bytes
Variable Size	 171966572 bytes
Database Buffers	 62914560 bytes
Redo Buffers	 2306048 bytes
Database mounted.
Database opened.

SQL> show parameter processes
NAME	                                TYPE	     VALUE
------------------------------------ ----------- ------------------------------
aq_tm_processes                        integer	       0
db_writer_processes	               integer	       1
gcs_server_processes	               integer	       0
global_txn_processes	               integer	       1
job_queue_processes	               integer	       1000
log_archive_max_processes	       integer	       4
processes	                       integer	       2000
Instalação Oracle RAC 10g com VirtualBox – Parte 3
August 11, 2011

Parte 1 – Introdução
Parte 2 – Criação e configuração da VM
Parte 3 – Criação do Oracle Linux
Parte 4 – Configuração do Oracle Linux
Parte 5 – Configuração do Oracle Linux II
Parte 6 – Clonagem da VM e criação dos disk image
Parte 7 – Configuração dos discos ASM e OCFS2
Parte 8 – Instalação do Oracle Clusterware
Parte 9 – Aplicação do Patch 10.2.0.5 no Oracle Clusterware
Parte 10 – Instalação Oracle Database 10g
Parte 11 – Aplicação do Patch 10.2.0.5 no Oracle Database
Parte 12 – Criação do Listener e ASM em modo cluster
Parte 13 – Criação do banco de dados

Estaremos hoje iniciando a Parte 3 da “Instalação Oracle RAC 10g com VirtualBox”. Nessa etapa vamos instalar e configurar o Oracle Linux 5 para a instalação do Oracle clusterware. Caso você tenha o RedHat 5 ou o CentOs 5, pode utilizar sem problemas. A minha versão exata do Oracle Linux é a 5.5.

Vamos iniciar o passo a passo da criação do Linux, caso tenha alguma dúvida post um comentário.

 

Instalação do Linux

Como já temos nossa máquina virtual criada e configurada pronta para iniciar a instalação, podemos dar prosseguimento.

Clicando na ícone seta verde no topo do VirtualBox, podemos iniciar a VM, como mostra a figura abaixo:

figura 1

 

Quando a VM é iniciada, vemos a seguinte tela (figura2). Basta entrar e clicar dentro da máquina e pressionar  um “Enter”, para tirar o cursor do mouse de dentro da VM basta pressionar o botão “Ctrl” do lado direito do teclado.

figura 2

figura 3

 

Nesse momento o instalador fornece um teste de midia no disco que iremos utilizar para gravar a máquina. Como não quero utilizar a checagem de disco, pressione o botão SKIP.

figura 4

 

figura 5

 

Hora de escolher a linguagem que seguirá no instalador, escolha a opção que preferir:

figura 6

 

Aqui definimos a linguagem do teclado:

figura 7

 

Quando clicamos em NEXT, um alerta é disparado mostrando todos os discos disponíveis do ambiente e que temos consciência de que podemos apagar todos os dados contidos no disco. Como mostra a figura abaixo clicamos em YES para confirmar a mensagem, assim o Wizard nos levará a uma outra tela.

figura 8

 

Apenas selecione a opção Create custom layout e clique em Next.

figura 9

 

Será apresentado aqui o nosso virtual hard disk criado na parte 2. Vamos definir as partições do disco local do Linux e  também a área de swap da máquina. Para iniciar esses procedimentos clique no ícone NEW para iniciar a criação da primeira partição.

figura 10

 

A primeira partição que iremos criar será a partição destinada ao swap do Linux, vamos definir 1G (1024 M) para ela. Deixe as alterações conforme a imagem abaixo e clique em OK.

figura 11

figura 12

 

Vamos definir agora o tamanho da partição “/”. Apenas escolha a opção “Fill to maximum allowable size”

figura 13

 

Após realizadas esses processos o disco deve conter 2 partição, uma de 1G de swap e o restante para dados no formato ext3 na partição “/” onde o sistema operacional Linux será instalado. Caso esteja tudo certo, basta clicar em NEXT.

figura 14

 

Não necessitamos de nenhuma configuração nessa tela, apenas NEXT.

figura 15

 

Agora é um momento importante, onde vamos estar definindo os IP’s publico e privado do cluster. Estarei mais a frente falando sobre a diferença e á importância de cada um deles. O que importante saber agora é que o nosso adaptador de rede eth0 é onde terá o IP publico e o adaptador eth1 será IP privado. Os IP’s oferecidos aqui são feitos de acordo com a minha rede, caso deseja alterar o endereço de cada um dos IP’s abaixo fique a vontade, porém preste a atenção nas configurações futuras, para combinar com o seu modelo de IP criado, isso vale também para as configurações de gateway e DNS que estarei fazendo mais a frente.

Vamos as configurações, primeiro selecione o adaptador (device) eth0 e clique em Edit.

figura 16

 

Será aberta a tela de configuração de dispositivos de rede, nele definiremos o IP 10.0.0.10 com a sub-mascara (Netmask) 255.0.0.0, como feito abaixo:

figura 17

 

Faça o mesmo procedimento, só que agora no adaptador de reder (device) eth1. Selecione e clique em edit

figura 18

 

Defina o IP 192.168.1.10 com a sub-mascara 255.255.255.0 para o dispositivo eth1, como abaixo:

figura 19

figura 20

 

Com os IP’s definidos vamos alterar agora o hostname, gateway e o DNS.

figura 21

 

Configurações de TimeZone no Linux

figura 22

 

Forneça aqui, as senha de root e depois NEXT.

figura 23

 

Nesse ponto, vamos definir os pacotes de instalação do Linux. Clique no Customize Now depois em Next.

figura 24

figura 25

 

No item Applications desmarque as opções

  • Games and Enterrainment
  • Graphics
  • Office/Productivity
  • Sound and Video
  • Text-based Internet

figura 26

 

No item Server, desmarque a opção Printing Support e clique em Next.

figura 27

figura 28

 

Todas as configurações realizadas, hora de iniciar a instalação, pressione Next.

figura 29

figura 30

figura 31

 

Instalação concluída com sucesso, vamos reiniciar a máquina e fazer as últimas configurações.

figura 32

figura 33

 

Com o reboot feito, um Wizard de configurações finais será aberto, clique em Forward.

figura 34

 

Aceite a licença e depois Forward.

figura 35

 

Desabilite o firewall da máquina.

figura 36

figura 37

figura 38

figura 39

figura 40

 

Caso o horário não esteja correto, arrume e siga em frente.

figura 41

 

Não vamos precisar criar nenhum usuário agora por isso não faça nada, apenas clique em Forward.

figura 42

figura 43

figura 44

figura 45

 

Com todas as configurações finais realizadas, um novo reboot será necessário, apenas clique em ok para terminarmos as configurações.

figura 46

 

Reboot em processo.

figura 47

 

Aqui está nosso Oracle Linux 5.5 instalado e pré-configurado.

figura 48

figura 49

 

Depois dessa intensa lista de atividades feita hoje, temos nossa máquina RAC1 criada. No próximo artigo da série, vamos terminar de configurar o Linux e aprender como clonar nossa máquina virtual RAC1 para criarmos a RAC2.

Até o próximo


 

AWR Formatter
August 4, 2011

Olá Pessoal

Já tenho utilizado a algum tempo é muito bom, principalmente para quem tem iniciado agora na analise de relatórios AWR.

Com o AWR Formatter você transforma aquele “HTML”zão  cheios de números em um formato muito mais legível, simples e de fácil entendimento, tem até comentários do próprio Tyler Muth no seu AWR, tenho aprendido muito … vale a pena.

O AWR Formatter é uma extensão (plugin) do chrome, com apenas 1 clique você instala com 2 você configura e  pronto! Já pode utilizar … Até o Tom Kyte (dispensa apresentação) já confessou que usa o AWR Formatter http://tkyte.blogspot.com/2011/04/two-things.html

 

Veja no próprio site do Tyler como instalar e configurar:
http://tylermuth.wordpress.com/2011/04/20/awr-formatter/