Oracle Openworld 2014 #OOW2014
October 9, 2014

Os novos parâmetros do Oracle Database 12c
September 11, 2014

A cada nova versão do Oracle Database, novas funcionalidades, novas features e novas correções de bug’s são adicionados ao banco de dados e com isso novos parâmetros para controlar tudo isso. E não é de hoje que esses novos parâmetros são adicionados a uma nova versão de Oracle.

Exatamente na versão 9i Release 9.2.0.8.0 existiam cerca de 871 parâmetros de configuração do Oracle entre é claro parâmetros documentados e não documentados, já na versão 10g no Release 10.2.0.4.0 esse número passou para incríveis 1495 parâmetros, exatos 624 parâmetros a mais do que na versão anterior. Já com a versão 11g Release 11.2.0.4.0 que contém exatamente 2914 parâmetros, cerca de 2043 parâmetros a mais do que na versão 9i.

Com o lançamento do Oracle Database 12c, podemos mais uma vez fazer esse comparativo, isso através da table Oracle memory x$ksppi, que fornece todos os parâmetros documentados, parâmetros ocultos documentos e parâmetros ocultos não documentados pelo Oracle Database. É por intermédio dessa x$ table que podemos observar as diferenças de parâmetros entre uma versão e outra.

Veja o caso na versão 11g Release 11.2.0.4.0,...

AWR – Medindo IOPS e Throughput de I/O do Oracle Database
August 27, 2014

Uma conseqüência natural do trabalho de um DBA é passar horas e horas em cima de um relatório AWR identificando problemas e causas de performance do banco de dados.

Um dos enganos mais comum da maioria é conseguir identificar o IOPS e throughput de I/O dentro do próprio Oracle AWR. Esse ponto é essencial para você conseguir definir a sua infra-estrutura de I/O para combinar com a sua aplicação e além de conseguir levantar dados para debater de forma inteligente com sua equipe de storage.

Antes, vamos realmente entender o que é IOPS e throughput de dados, que são termos completamente diferentes:

IOPS – É a unidade padrão que mensura uma operação de Input/Output (I/O) por segundo. Usado para descrever I/O rate de aplicações principalmente utilizado para acessos randômicos I/O (leituras de indexes) e aplicações do tipo OLTP.

Throughput (Mbytes/s) – Usado para mensurar grandes taxas de transferências de blocos. Usado principalmente para aplicações seqüenciais de dados como DSS e OLAP. (full table scan)

O relatório de AWR pode ser seu aliado para identificar essas métricas de I/O na sessão Instance Activity Stats:

IOPS = “physical...

Oracle Database 12.1.0.2 disponível
July 22, 2014

É isso mesmo pessoal, Oracle Database 12.1.0.2.0 disponível agora no edelivery: http://edelivery.oracle.com

Hora de testar o Database In-memory :)

GUOB TECHDAY 2014 – Faça sua inscrição antecipada e aproveite o desconto
June 26, 2014

Como vocês já devem saber aqui pelo banner do blog, A GUOB (Grupo de Usuários Oracle do Brasil) já anunciou seu principal evento na quinta edição que será realizada no dia 02 de Agosto no Hotel Blue Tree Morumbi, aqui em São Paulo.

Estarão presentes grandes palestrantes gringos e nacionais como: Alex Zaballa, Roy Swonger, Ronald Vargas, Francisco Alvarez, Gustavo Gonzalez, David Peake, Deiby Gomez, Gustavo Rene Antunez, Eduardo Guedes, Wagner Bianchi e Rodrigo Mufalani. Essa é uma ótima oportunidade para trocarmos conhecimentos, informações e mantermos atualizados com o que tem de mais novo no mundo Oracle.

E ainda fazendo sua inscrição até o dia 30 de Junho, você ainda tem desconto :)

Não tem como perder uma dessas, entre lá no site http://www.guob.com.br e faça já sua inscrição.

Facilitando seu Session Level Tracing com o script tracesid.sql
June 9, 2014

Criei esse script para facilitar a realização do seu session level tracing, através dele fica muito fácil e rápido identificar que método de trace você pode escolher.

São apenas duas interações com nesse script. O primeiro parâmetro você apenas identifica o ID da sessão que deseja realizar o trace. Depois disso é apresentado todas as opções de trace, aí sim é só escolher qual utilizar:

——> Através da SYS.DBMS_SYSTEM.SET_EV

1 – LEVEL 12 (binds, waits)
2 – LEVEL 8 (no binds, waits)
3 – LEVEL 4 (binds, no waits)
4 – LEVEL 1 (no binds, no waits)

——> Através da DBMS_SYSTEM.SET_SQL_TRACE_IN_SESSION

5 – Usando DBMS_SYSTEM.SET_SQL_TRACE_IN_SESSION([sid], [serial#], true);

——> Através da DBMS_MONITOR_SESSION_TRACE_ENABLE

6 – (binds, waits)
7 – (no binds, waits)
8 – (binds, no waits)
9 – (binds, waits)

Veja abaixo como é fácil, execute o script apontando qual é session id, depois escolha a opção apresentada. No final ele ainda mostra o trace file da sessão escolhida:

SQL> @tracesid 146
Tracing the SESSION ID: 146

    INST# ............ 1						 SID   ...............
Um caso de estudo do evento Direct Path Reads. Por que ele é tão importante para o Oracle Exadata?
May 29, 2014

Você DBA provavelmente já deve ter ouvido falar do Oracle Smart Scan. Pois bem, o Smart Scan realmente é um dos segredos por trás da extrema velocidade de processamento das instruções dentro do Oracle Exadata Machine. Existe também o conceito de offloading dos dados dentro da arquitetura do Exadata, que refere ao fato do processamento dos dados ser feito a nível da camada de storage (storage layer) e não mais dentro da camada de banco de dados (database layer). O Smart Scan por outro lado é mais focado a nível de SQL e não de dados como o Offloading, mais como podemos ver nos documentos e manuais, a Oracle acabou que juntando esses dois conceitos e chamando apenas de “Smart Scan”.

Apesar de toda velocidade de processamento que a máquina Exadata possuí, ela não seria o que é sem a capacidade de realização de Offloading e Smart Scan. Sem essas features, o Exadata seria apenas mais uma máquina de alto poder de processamento, porém sem grande inteligência de manipulação dos dados … e como vemos, é essa inteligência que faz toda...

Exadata Write-Back Flash Cache
February 25, 2014

A feature Write-Back Flash Cache vem através da tecnologia Exadata Smart Flash Cache do Exadata. Com o Write-Back Flash Cache é possível utilizar o Exadata Smart Flash Cache também para realizar o cache das escritas realizadas no bloco do banco de dados.

Principalmente para grandes escalas de bancos OLTP ou cargas Batch’s, o Write-Back torna o Smart Flash Cache do Exadata muito mais atrativo, pois elimina qualquer gargalo de disco existente passando diretamente o I/O para a PCI flash. Para se ter uma ideia de como é rápido essa tecnologia, utilizando um single full rack Exadata Database Machine X4-2, ele ultrapassa 1.960.00 escritas I/O por segundos levando sem consideração um bloco de 8K, e ele é totalmente automático e transparente e lhe dá algumas opções de configuração.

O Write-Back também está disponível para as versões X2, porém a versão mínima do Oracle Exadata Storage Server Software deve ser 11.2.3.2.1 e certifique-se que tanto o software de grid infrastructure and database homes estão no patch 11.2.0.3.9 ou maior.

A pergunta que fica é: Devo habilitar o write flash cache no meu Exadata? Bom, por incrível...

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