Guob 2014
Instalação Oracle RAC 10g com VirtualBox – Parte 9
outubro 25, 2011

Parte 1 - Introdução
Parte 2 - Criação e configuração da VM
Parte 3 - Criação do Oracle Linux
Parte 4 - Configuração do Oracle Linux I
Parte 5 - Configuração do Oracle Linux II
Parte 6 - Clonagem da VM e criação dos disk image
Parte 7 - Configuração dos discos ASM e OCFS2
Parte 8 - Instalação do Oracle Clusterware
Parte 9 – Aplicação do Patch 10.2.0.5 no Oracle Clusterware
Parte 10 - Instalação Oracle Database 10g
Parte 11 - Aplicação do Patch 10.2.0.5 no Oracle Database
Parte 12 - Criação do Listener e ASM em modo cluster
Parte 13 - Criação do banco de dados

A parte 8 da nossa série de artigos, foi mostrado a instalação do Oracle Clusterware 10g. Hoje veremos como evoluirmos a versão do produto instalado de 10.2.0.1 para 10.2.0.5, que é feito através de uma aplicação de patch, este que é disponibilizado pela Oracle. Para baixar o patch é necessário uma conta (usuário/senha) de acesso ao suporte da Oracle no endereço: https://support.oracle.com,

Caso você não tenha CSI para conectar e assim baixar o patch não se preocupe, você poderá utilizar normalmente o seu Oracle RAC na versão 10.2.0.1, ou sejá sem a aplicação do patch 10.2.0.5, apenas pule as essa parte. Quando ainda não era um profissional na área, aprendi muito utilizando apenas a versão 10.2.0.1, não faça dessa uma desculpa para não estudar :)

O Patch ID do patch 10.2.0.5 é o 8202632, você será capaz de encontrar o patch na sessão Patchs and Updates apenas digitando o número do patch no campo de pesquisa. Lembre-se de baixar para Linux x86 (versão utilizada no tutorial).

p8202632_10205_Linux-x86.zip

 

Pré-requisitos do Patch 10.2.0.5

Será necessário a alteração de dois parâmetros de kernel para conseguirmos que a aplicação do patch seja feita. Esses parâmetros já foram alterados na parte 4 em que alteramos o arquivos /etc/sysctl.conf. Veja abaixo que os parâmetros em azul é os necessário a mudança, deixei conforme abaixo:

[root@rac1 ~]# vi /etc/sysctl.conf
kernel.sem = 250 32000 100 128
fs.file-max = 524288
net.ipv4.ip_local_port_range = 9000 65500
net.core.rmem_default = 1048576
net.core.rmem_max = 2097152
net.core.wmem_default = 262144
net.core.wmem_max = 1048576

Para ativar a mudança:

[root@rac1 ~]# sysctl -p
net.ipv4.ip_forward = 0
net.ipv4.conf.default.rp_filter = 1
net.ipv4.conf.default.accept_source_route = 0
kernel.sysrq = 0
kernel.core_uses_pid = 1
net.ipv4.tcp_syncookies = 1
kernel.msgmnb = 65536
kernel.msgmax = 65536
kernel.shmmax = 4294967295
kernel.shmall = 268435456
kernel.sem = 250 32000 100 128
fs.file-max = 524288
net.ipv4.ip_local_port_range = 9000 65500
net.core.rmem_default = 1048576
net.core.rmem_max = 2097152
net.core.wmem_default = 262144
net.core.wmem_max = 1048576

 

Aplicação do Patch 10.2.0.5 no Oracle Clusterware

Abaixo eu mostro a aplicação do Patch passo-a-passo:

Descompactando o patch 10.2.0.5, o meu arquivo está localizado na minha ORACLE_BASE.

 

Após descompactado o zip do patch, ele irá criar uma pasta chamada Disk1, entre nessa pasta e execute o arquivo runInstaller como oracle:

[oracle@rac1 Disk1]$ ./runInstaller

Selecione o HOME do Oracle Clusterware instalado, que no nosso casso é o OraCrs10g_home

 

O instalador irá reclamar sobre a falta de memória existente na nossa VM (512MB), não tem problema para o nosso ambiente de teste, ignore a mensagem como abaixo:

 

Aqui será pedido para que execute o arquivo root102.sh no Oracle Clusterware instalado. O procedimento deve ser feito primeiro na máquina 1 e depois na máquina 2, uma de cada vez. Faça o passo 1 depois o passo 2.



RAC 1 – Executando os scripts no PRIMEIRO nó.

[root@rac1 ~]# /u01/app/oracle/product/10.2.0/crs/bin/crsctl stop crs
Stopping resources.
Successfully stopped CRS resources
Stopping CSSD.
Shutting down CSS daemon.
Shutdown request successfully issued.

[root@rac1 ~]# /u01/app/oracle/product/10.2.0/crs/install/root102.sh
Creating pre-patch directory for saving pre-patch clusterware files
Completed patching clusterware files to /u01/app/oracle/product/10.2.0/crs
Relinking some shared libraries.
Relinking of patched files is complete.
WARNING: directory '/u01/app/oracle/product/10.2.0' is not owned by root
WARNING: directory '/u01/app/oracle/product' is not owned by root
WARNING: directory '/u01/app/oracle' is not owned by root
WARNING: directory '/u01/app' is not owned by root
WARNING: directory '/u01' is not owned by root
Preparing to recopy patched init and RC scripts.
Recopying init and RC scripts.
Startup will be queued to init within 30 seconds.
Starting up the CRS daemons.
Waiting for the patched CRS daemons to start.
  This may take a while on some systems.
.
10205 patch successfully applied.
clscfg: EXISTING configuration version 3 detected.
clscfg: version 3 is 10G Release 2.
Successfully deleted 1 values from OCR.
Successfully deleted 1 keys from OCR.
Successfully accumulated necessary OCR keys.
Using ports: CSS=49895 CRS=49896 EVMC=49898 and EVMR=49897.
node : 

node 1: rac1 rac1-priv rac1
Creating OCR keys for user 'root', privgrp 'root'..
Operation successful.
clscfg -upgrade completed successfully
Creating '/u01/app/oracle/product/10.2.0/crs/install/paramfile.crs' with data used for CRS configuration
Setting CRS configuration values in /u01/app/oracle/product/10.2.0/crs/install/paramfile.crs

RAC 2 – Executando os scripts no SEGUNDO nó.

[root@rac2 ~]# /u01/app/oracle/product/10.2.0/crs/bin/crsctl stop crs
Stopping resources.
Successfully stopped CRS resources
Stopping CSSD.
Shutting down CSS daemon.
Shutdown request successfully issued.
[root@rac2 ~]# /u01/app/oracle/product/10.2.0/crs/install/root102.sh
Creating pre-patch directory for saving pre-patch clusterware files
Completed patching clusterware files to /u01/app/oracle/product/10.2.0/crs
Relinking some shared libraries.
Relinking of patched files is complete.
WARNING: directory '/u01/app/oracle/product/10.2.0' is not owned by root
WARNING: directory '/u01/app/oracle/product' is not owned by root
WARNING: directory '/u01/app/oracle' is not owned by root
WARNING: directory '/u01/app' is not owned by root
WARNING: directory '/u01' is not owned by root
Preparing to recopy patched init and RC scripts.
Recopying init and RC scripts.
Startup will be queued to init within 30 seconds.
Starting up the CRS daemons.
Waiting for the patched CRS daemons to start.
  This may take a while on some systems.
.
10205 patch successfully applied.
clscfg: EXISTING configuration version 3 detected.
clscfg: version 3 is 10G Release 2.
Successfully deleted 1 values from OCR.
Successfully deleted 1 keys from OCR.
Successfully accumulated necessary OCR keys.
Using ports: CSS=49895 CRS=49896 EVMC=49898 and EVMR=49897.
node : 

node 2: rac2 rac2-priv rac2
Creating OCR keys for user 'root', privgrp 'root'..
Operation successful.
clscfg -upgrade completed successfully
Creating '/u01/app/oracle/product/10.2.0/crs/install/paramfile.crs' with data used for CRS configuration
Setting CRS configuration values in /u01/app/oracle/product/10.2.0/crs/install/paramfile.crs

Com todos os scripts executados como acima, voltamos a tela de instalação e concluímos a instalação do Patch.


Instalação Oracle RAC 10g com VirtualBox – Parte 4
setembro 9, 2011

Parte 1 – Introdução
Parte 2 - Criação e configuração da VM
Parte 3 – Criação do Oracle Linux
Parte 4 - Configuração do Oracle Linux I
Parte 5 - Configuração do Oracle Linux II
Parte 6 - Clonagem da VM e criação dos disk image
Parte 7 - Configuração dos discos ASM e OCFS2
Parte 8 - Instalação do Oracle Clusterware
Parte 9 - Aplicação do Patch 10.2.0.5 no Oracle Clusterware
Parte 10 - Instalação Oracle Database 10g
Parte 11 - Aplicação do Patch 10.2.0.5 no Oracle Database
Parte 12 - Criação do Listener e ASM em modo cluster
Parte 13 - Criação do banco de dados

No ultimo post finalizamos a instalação do Oracle Linux Enterprise 5.1, já nesse artigo vamos dar inicio a configuração do sistema operacional.

Gostaria de citar que esse artigo está inteiramente baseada na própria documentação Oracle:

Como exigido pela Oracle, temos que instalar os seguintes pacotes (RPM’s) como sendo um pré-requisito de instalação:

binutils-2.17.50.0.6-2.el5
compat-libstdc++-33-3.2.3-61
elfutils-libelf-0.125-3.el5
elfutils-libelf-devel-0.125
gcc-4.1.1-52
gcc-c++-4.1.1-52
glibc-2.5-12
glibc-common-2.5-12
glibc-devel-2.5-12
glibc-headers-2.5-12
libaio-0.3.106
libaio-devel-0.3.106
libgcc-4.1.1-52
libstdc++-4.1.1
libstdc++-devel-4.1.1-52.e15
make-3.81-1.1
sysstat-7.0.0
unixODBC-2.2.11
unixODBC-devel-2.2.11
libXp-1.0.0-8

Esses pacotes RPM’s se encontram todos no próprio CD de instalação Oracle Enterprise Linux 5.1, no nosso caso a ISO baixada no site da Oracle. Vamos montar a ISO como uma mídia dentro da nosso VM criada.

Com a máquina virtual funcionando, siga os passos abaixo:

 

 

Caso os passos acimas foram realizados, observe que a mídia é automaticamente montada na máquina virtual:

Com a mídia de instalação do Oracle Linux 5.1 montada, vamos conectar na VM através do SSH. Como utilizo Ubuntu eu faço diretamente de um terminal, caso você esteja usando qualquer versão do Windows recomendo utilizar o putty para suas conexões SSH.

flavio@note:~$ ssh root@10.0.0.10
The authenticity of host '10.0.0.10 (10.0.0.10)' can't be established.
RSA key fingerprint is 86:5a:97:20:00:13:34:97:16:95:f1:4d:b5:ec:49:a4.
Are you sure you want to continue connecting (yes/no)? yes
Warning: Permanently added '10.0.0.10' (RSA) to the list of known hosts.
root@10.0.0.10's password:
Last login: Wed Sep  7 13:34:48 2011 from shadowy.lan
[root@rac1 ~]#
[root@rac1 ~]# df -h
Filesystem            Size  Used Avail Use% Mounted on
/dev/sda1              14G  2.0G   11G  15% /
tmpfs                 252M     0  252M   0% /dev/shm
/dev/hdc              2.9G  2.9G     0 100% /media/Enterprise Linux dvd 20100405
[root@rac1 ~]# cd /media/Enterprise\ Linux\ dvd\ 20100405/Server/
[root@rac1 Server]#

Vamos a instalação dos RPM já que estamos no diretório deles. Para instalar o pacote rpm é realmente algo muito simples basta utilizar o comando:
rpm -ivh "Nome do RPM"
e para verificar se eles já estão instalados utilize a expressão:
rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep "nome do rpm"
No nosso caso, alguns RPM já estão instalados e outros ainda não, faça a instalação de cada um deles e não esqueça de nenhum.

 

Instalação dos RPM

Vou seguir a sequencia de instalação na lista de RPM passada acima. Vamos começar  no RPM compat-libstdc++, observe que ele já está instalado e não temos que fazer nada.

[root@rac1 Server]# rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep compat-libstdc++
compat-libstdc++-296-2.96-138 (i386)
compat-libstdc++-33-3.2.3-61 (i386)

Assim como o compat-libstdc++, o pacote elfutils-libelf também já está instalado

[root@rac1 Server]# rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep elfutils-libelf
elfutils-libelf-0.137-3.el5 (i386)

Diferentemente dos dois primeiros pacotes, o elfutils-libelf-devel não está instalado, veja que nenhuma linha retornou quando procuramos o RPM através do rpm -qa. Alguns pacotes rpm como no caso do elfutils-libelf-devel, precisa de outros rpm para funcionar  por isso quando é realizado a sua instalação um processo de checagem de dependência de pacotes RPM é feita. Abaixo, quanto faço a instalação através do comando rpm -ivh o instalador retorna um erro “error: Failed dependencies“ e informa que somente poderá instalar o elfutils-libelf-devel se o pacote elfutils-libelf-devel-static estiver instalado. Para resolvermos isso, basta colocar o nome dos dois pacotes ao mesmo tempo no momento da instalação, observe abaixo:

[root@rac1 Server]# rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep elfutils-libelf-devel
[root@rac1 Server]# rpm -ivh elfutils-libelf-devel-0.137-3.el5.i386.rpm
warning: elfutils-libelf-devel-0.137-3.el5.i386.rpm: Header V3 DSA signature: NOKEY, key ID 1e5e0159
error: Failed dependencies:
elfutils-libelf-devel-static-i386 = 0.137-3.el5 is needed by elfutils-libelf-devel-0.137-3.el5.i386
[root@rac1 Server]# rpm -ivh elfutils-libelf-devel-0.137-3.el5.i386.rpm elfutils-libelf-devel-static-0.137-3.el5.i386.rpm
warning: elfutils-libelf-devel-0.137-3.el5.i386.rpm: Header V3 DSA signature: NOKEY, key ID 1e5e0159
Preparing...                ########################################### [100%]
1:elfutils-libelf-devel-s   ########################################### [ 50%]
2:elfutils-libelf-devel     ########################################### [100%]

Com o pacote RPM gcc para compiladores C também não vem instalado. Veja abaixo que já realizei as dependências dos RPM’s:

[root@rac1 Server]# rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep gcc
compat-libgcc-296-2.96-138 (i386)
libgcc-4.1.2-48.el5 (i386)
[root@rac1 Server]# rpm -ivh gcc-4.1.2-48.el5.i386.rpm glibc-devel-2.5-49.i386.rpm glibc-headers-2.5-49.i386.rpm kernel-headers-2.6.18-194.el5.i386.rpm libgomp-4.4.0-6.el5.i386.rpm
warning: gcc-4.1.2-48.el5.i386.rpm: Header V3 DSA signature: NOKEY, key ID 1e5e0159
Preparing...                    ########################################### [100%]
1:kernel-headers                ########################################### [ 20%]
2:libgomp                       ########################################### [ 40%]
3:glibc-headers                 ########################################### [ 60%]
4:glibc-devel                   ########################################### [ 80%]
5:gcc                           ########################################### [100%]

O pacote gcc++ também precisa ser instalado. As dependências de RPM já deixei realizadas:

[root@rac1 Server]# rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep gcc-c++
[root@rac1 Server]# rpm -ivh gcc-c++-4.1.2-48.el5.i386.rpm libstdc++-devel-4.1.2-48.el5.i386.rpm
warning: gcc-c++-4.1.2-48.el5.i386.rpm: Header V3 DSA signature: NOKEY, key ID 1e5e0159
Preparing...                ########################################### [100%]
1:libstdc++-devel           ########################################### [ 50%]
2:gcc-c++                   ########################################### [100%]

Os RPM’s glibc já estão todas instaladas glibc-2.5-12glibc-common-2.5-12glibc-devel-2.5-12glibc-headers-2.5-12

[root@rac1 Server]# rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep glibc
glibc-2.5-49 (i686)
glibc-devel-2.5-49 (i386)
glibc-common-2.5-49 (i386)
glibc-headers-2.5-49 (i386)

O pacote libaio também já está instalado, porém o libaio-devel ainda não.

[root@rac1 Server]# rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep libaio 
libaio-0.3.106-5 (i386)
[root@rac1 Server]# rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep libaio-devel
[root@rac1 Server]# rpm -ivh libaio-devel-0.3.106-5.i386.rpm
warning: libaio-devel-0.3.106-5.i386.rpm: Header V3 DSA signature: NOKEY, key ID 1e5e0159
Preparing...                ########################################### [100%]
1:libaio-devel              ########################################### [100%]

Os pacotes RPM libgcc,  libstdc++ e make também já estão instalados

[root@rac1 Server]# rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep libgcc
libgcc-4.1.2-48.el5 (i386) 
libstdc++-4.1.1
libstdc++-devel-4.1.1-52.e15
[root@rac1 Server]# rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep libstdc++-
compat-libstdc++-296-2.96-138 (i386)
libstdc++-4.1.2-48.el5 (i386)
compat-libstdc++-33-3.2.3-61 (i386)
libstdc++-devel-4.1.2-48.el5 (i386)
[root@rac1 Server]# rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep make
make-3.81-3.el5 (i386)

Os RPM’s restantes são sysstat, unixODBC, unixODBC-devel e libXp que ainda não estão instalados.

[root@rac1 Server]# rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep sysstat
[root@rac1 Server]# rpm -ivh sysstat-7.0.2-3.el5.i386.rpm
warning: sysstat-7.0.2-3.el5.i386.rpm: Header V3 DSA signature: NOKEY, key ID 1e5e0159
Preparing...                ########################################### [100%]
1:sysstat                   ########################################### [100%]
[root@rac1 Server]# rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep unixODBC
[root@rac1 Server]# rpm -ivh unixODBC-2.2.11-7.1.i386.rpm
warning: unixODBC-2.2.11-7.1.i386.rpm: Header V3 DSA signature: NOKEY, key ID 1e5e0159
Preparing...                ########################################### [100%]
1:unixODBC                  ########################################### [100%]
[root@rac1 Server]# rpm -ivh unixODBC-devel-2.2.11-7.1.i386.rpm
warning: unixODBC-devel-2.2.11-7.1.i386.rpm: Header V3 DSA signature: NOKEY, key ID 1e5e0159
Preparing...                ########################################### [100%]
1:unixODBC-devel            ########################################### [100%]
[root@rac1 Server]# rpm -qa --queryformat "%{NAME}-%{VERSION}-%{RELEASE} (%{ARCH})\n" | grep libXp
libXpm-3.5.5-3 (i386)
[root@rac1 Server]# rpm -ivh libXp-1.0.0-8.1.el5.i386.rpm
warning: libXp-1.0.0-8.1.el5.i386.rpm: Header V3 DSA signature: NOKEY, key ID 1e5e0159
Preparing...                ########################################### [100%]
1:libXp                     ########################################### [100%]

Parâmetros de kernel e Usuários/Permissões

Com os pacotes rpm todos instalados vamos agora para configuração dos parâmetros de kernel do Linux. Vamos começar pelo arquivo /etc/sysctl.conf, abra o arquivo e adicione as seguintes linhas:

kernel.shmmni = 4096
kernel.sem = 250 32000 100 128
fs.file-max = 65536
net.ipv4.ip_local_port_range = 9000 65500
net.core.rmem_default = 262144
net.core.rmem_max = 2097152
net.core.wmem_default = 262144
net.core.wmem_max = 1048576

Para que as alterações feitas no arquivo entre em vigor execute o comando:

[root@rac1 ~]# sysctl -p

Agora vamos alterar os limites padrões para o usuário “oracle”. Edite o arquivo /etc/security/limits.conf e adicione as seguintes linhas:

oracle soft nproc 2047
oracle hard nproc 16384
oracle soft nofile 1024
oracle hard nofile 65536

Mude também o arquivo /etc/pam.d/login adicionando a seguinte linha:

session required pam_limits.so

Com o kernel e os parâmetros do sistema alterados vamos a criação do usuário oracle

[root@rac1 ~]# groupadd oinstall
[root@rac1 ~]# groupadd dba
[root@rac1 ~]# useradd -g oinstall -G dba oracle
[root@rac1 ~]# passwd oracle
Changing password for user oracle.
New UNIX password:
BAD PASSWORD: it is based on a dictionary word
Retype new UNIX password:
passwd: all authentication tokens updated successfully.

Com o usuário oracle criado e com os grupos necessários feitos, vamos agora a criação dos diretórios padrões do Oracle:

[root@rac1 ~]# mkdir -p /u01/app/oracle/oraInventory
[root@rac1 ~]# mkdir -p /u01/app/oracle/product/10.2.0/crs
[root@rac1 ~]# mkdir -p /u01/app/oracle/product/10.2.0/db_1
[root@rac1 ~]# chown -R oracle:oinstall /u01

Adicione também as linhas abaixo no arquivo /etc/profile

if [ $USER = "oracle" ]; then
         ulimit -u 16384
         ulimit -n 65536
fi

 

Hangcheck

Para executarmos o Oracle RAC uma recomendação fortissima da Oracle é utilizar o hangcheck. O hangcheck é um modulo que periodicamente checa o sistema para determinar a saúde dele mesmo. Caso por qualquer motivo o sistema operacional tenha alguma pausa ou uma trava o modulo automaticamente reinicia o servidor.

Abaixo demonstro como ativar o modulo hangcheck-timer no Linux

[root@rac1 ~]# /sbin/insmod /lib/modules/2.6.18-194.el5/kernel/drivers/char/hangcheck-timer.ko hangcheck_tick=1 hangcheck_margin=10 hangcheck_reboot=1
[root@rac1 ~]# /etc/rc.d/rc.local

Para verificar se o modulo está rodando basta verificar através do lsmod

[root@rac1 ~]# lsmod |grep hangcheck
hangcheck_timer         8025  0 etc hosts

 

NTPDate

Ntpdate é um utilitário para poder manter a hora do servidor sincronizada. No nosso caso vamos utilizar os ntpdate free disponíveis no site http://ntp.br/. Muitas empresas já tem o seu proprio ntpdate, caso tenha algum somente altere o endereço.

Para configurar é extremamente simples, basta você ter uma conexão com a internet e configurar através do comando ntpdate.

Teste de conexão com a internet.

[root@rac1 ~]# ping www.google.com.br
PING www.l.google.com (74.125.113.99) 56(84) bytes of data.
64 bytes from vw-in-f99.1e100.net (74.125.113.99): icmp_seq=1 ttl=48 time=199 ms
64 bytes from vw-in-f99.1e100.net (74.125.113.99): icmp_seq=2 ttl=50 time=196 ms

--- www.l.google.com ping statistics ---
2 packets transmitted, 2 received, 0% packet loss, time 1001ms
rtt min/avg/max/mdev = 196.655/198.094/199.533/1.439 ms

Sincronizando o horário com o ntpdate disponível

[root@rac1 ~]# ntpdate c.st1.ntp.br
 8 Sep 23:46:22 ntpdate[3009]: step time server 200.186.125.195 offset 1.201157 sec

Para sempre manter sua hora sincronizada basta adicionar o comando assim no agendado Linux através do comando crontab -e e adicione as seguintes linhas:

* * * * * /usr/sbin/ntpdate ntp.cais.rnp.br

Por hoje é isso, no próximo artigos vamos configurar o Guest Additions na VM, vamos aprender como configurar o ASMLIB e o OCFS2 para manter os arquivos OCR e VOTING do RAC.

Até mais, dúvida deixem comentários …

Instalação Oracle RAC 10g com VirtualBox – Parte 3
agosto 11, 2011

Parte 1 – Introdução
Parte 2 - Criação e configuração da VM
Parte 3 - Criação do Oracle Linux
Parte 4 - Configuração do Oracle Linux
Parte 5 - Configuração do Oracle Linux II
Parte 6 - Clonagem da VM e criação dos disk image
Parte 7 - Configuração dos discos ASM e OCFS2
Parte 8 - Instalação do Oracle Clusterware
Parte 9 - Aplicação do Patch 10.2.0.5 no Oracle Clusterware
Parte 10 - Instalação Oracle Database 10g
Parte 11 - Aplicação do Patch 10.2.0.5 no Oracle Database
Parte 12 - Criação do Listener e ASM em modo cluster
Parte 13 - Criação do banco de dados

Estaremos hoje iniciando a Parte 3 da “Instalação Oracle RAC 10g com VirtualBox”. Nessa etapa vamos instalar e configurar o Oracle Linux 5 para a instalação do Oracle clusterware. Caso você tenha o RedHat 5 ou o CentOs 5, pode utilizar sem problemas. A minha versão exata do Oracle Linux é a 5.5.

Vamos iniciar o passo a passo da criação do Linux, caso tenha alguma dúvida post um comentário.

 

Instalação do Linux

Como já temos nossa máquina virtual criada e configurada pronta para iniciar a instalação, podemos dar prosseguimento.

Clicando na ícone seta verde no topo do VirtualBox, podemos iniciar a VM, como mostra a figura abaixo:

figura 1

 

Quando a VM é iniciada, vemos a seguinte tela (figura2). Basta entrar e clicar dentro da máquina e pressionar  um “Enter”, para tirar o cursor do mouse de dentro da VM basta pressionar o botão “Ctrl” do lado direito do teclado.

figura 2

figura 3

 

Nesse momento o instalador fornece um teste de midia no disco que iremos utilizar para gravar a máquina. Como não quero utilizar a checagem de disco, pressione o botão SKIP.

figura 4

 

figura 5

 

Hora de escolher a linguagem que seguirá no instalador, escolha a opção que preferir:

figura 6

 

Aqui definimos a linguagem do teclado:

figura 7

 

Quando clicamos em NEXT, um alerta é disparado mostrando todos os discos disponíveis do ambiente e que temos consciência de que podemos apagar todos os dados contidos no disco. Como mostra a figura abaixo clicamos em YES para confirmar a mensagem, assim o Wizard nos levará a uma outra tela.

figura 8

 

Apenas selecione a opção Create custom layout e clique em Next.

figura 9

 

Será apresentado aqui o nosso virtual hard disk criado na parte 2. Vamos definir as partições do disco local do Linux e  também a área de swap da máquina. Para iniciar esses procedimentos clique no ícone NEW para iniciar a criação da primeira partição.

figura 10

 

A primeira partição que iremos criar será a partição destinada ao swap do Linux, vamos definir 1G (1024 M) para ela. Deixe as alterações conforme a imagem abaixo e clique em OK.

figura 11

figura 12

 

Vamos definir agora o tamanho da partição “/”. Apenas escolha a opção “Fill to maximum allowable size”

figura 13

 

Após realizadas esses processos o disco deve conter 2 partição, uma de 1G de swap e o restante para dados no formato ext3 na partição “/” onde o sistema operacional Linux será instalado. Caso esteja tudo certo, basta clicar em NEXT.

figura 14

 

Não necessitamos de nenhuma configuração nessa tela, apenas NEXT.

figura 15

 

Agora é um momento importante, onde vamos estar definindo os IP’s publico e privado do cluster. Estarei mais a frente falando sobre a diferença e á importância de cada um deles. O que importante saber agora é que o nosso adaptador de rede eth0 é onde terá o IP publico e o adaptador eth1 será IP privado. Os IP’s oferecidos aqui são feitos de acordo com a minha rede, caso deseja alterar o endereço de cada um dos IP’s abaixo fique a vontade, porém preste a atenção nas configurações futuras, para combinar com o seu modelo de IP criado, isso vale também para as configurações de gateway e DNS que estarei fazendo mais a frente.

Vamos as configurações, primeiro selecione o adaptador (device) eth0 e clique em Edit.

figura 16

 

Será aberta a tela de configuração de dispositivos de rede, nele definiremos o IP 10.0.0.10 com a sub-mascara (Netmask) 255.0.0.0, como feito abaixo:

figura 17

 

Faça o mesmo procedimento, só que agora no adaptador de reder (device) eth1. Selecione e clique em edit

figura 18

 

Defina o IP 192.168.1.10 com a sub-mascara 255.255.255.0 para o dispositivo eth1, como abaixo:

figura 19

figura 20

 

Com os IP’s definidos vamos alterar agora o hostname, gateway e o DNS.

figura 21

 

Configurações de TimeZone no Linux

figura 22

 

Forneça aqui, as senha de root e depois NEXT.

figura 23

 

Nesse ponto, vamos definir os pacotes de instalação do Linux. Clique no Customize Now depois em Next.

figura 24

figura 25

 

No item Applications desmarque as opções

  • Games and Enterrainment
  • Graphics
  • Office/Productivity
  • Sound and Video
  • Text-based Internet

figura 26

 

No item Server, desmarque a opção Printing Support e clique em Next.

figura 27

figura 28

 

Todas as configurações realizadas, hora de iniciar a instalação, pressione Next.

figura 29

figura 30

figura 31

 

Instalação concluída com sucesso, vamos reiniciar a máquina e fazer as últimas configurações.

figura 32

figura 33

 

Com o reboot feito, um Wizard de configurações finais será aberto, clique em Forward.

figura 34

 

Aceite a licença e depois Forward.

figura 35

 

Desabilite o firewall da máquina.

figura 36

figura 37

figura 38

figura 39

figura 40

 

Caso o horário não esteja correto, arrume e siga em frente.

figura 41

 

Não vamos precisar criar nenhum usuário agora por isso não faça nada, apenas clique em Forward.

figura 42

figura 43

figura 44

figura 45

 

Com todas as configurações finais realizadas, um novo reboot será necessário, apenas clique em ok para terminarmos as configurações.

figura 46

 

Reboot em processo.

figura 47

 

Aqui está nosso Oracle Linux 5.5 instalado e pré-configurado.

figura 48

figura 49

 

Depois dessa intensa lista de atividades feita hoje, temos nossa máquina RAC1 criada. No próximo artigo da série, vamos terminar de configurar o Linux e aprender como clonar nossa máquina virtual RAC1 para criarmos a RAC2.

Até o próximo


 

Instalação Oracle RAC 10g com VirtualBox – Parte 2
julho 27, 2011

Parte 1 - Introdução
Parte 2 - Criação e configuração da VM
Parte 3 - Criação do Oracle Linux
Parte 4 - Configuração do Oracle Linux
Parte 5 - Configuração do Oracle Linux II
Parte 6 - Clonagem da VM e criação dos disk image
Parte 7 - Configuração dos discos ASM e OCFS2
Parte 8 - Instalação do Oracle Clusterware
Parte 9 - Aplicação do Patch 10.2.0.5 no Oracle Clusterware
Parte 10 - Instalação Oracle Database 10g
Parte 11 - Aplicação do Patch 10.2.0.5 no Oracle Database
Parte 12 - Criação do Listener e ASM em modo cluster
Parte 13 - Criação do banco de dados

Dando inicio hoje a criação do nosso ambiente de teste Oracle RAC 10g utilizando VirtualBox tanto para criar as máquinas virtuais como os discos compartilhados entre as instâncias.

Não colocarei aqui o passo a passo para instalar o VirtualBox, visto que é extremamente simples, basta alguns “NEXT” e o seu VirtualBox estará instalado, até mesmo no Linux (no meu caso o Ubuntu) a utilização do VirtualBox é muito simples e amigável.

 

Criando a máquina virtual

A parte 2, está destinada a criação e configuração da VM. Estarei aqui demonstrando de forma mais detalhada possível a criação da máquina 1 do cluster que depois será clonada para a máquina 2.

Sem mais rodeios, vamos ao trabalho …

Quando se abre o VirtualBox é listado todas as máquinas virtuais instaladas no seu lado esquerdo (ver figura 1), caso você tenha instalado agora o seu VirtualBox, você será essa listagem vázia.

 

figura 1


Vamos iniciar a criação de uma nova VM, ela será criada do zero. Para isso clique no botão azul New no canto superior esquerdo.

figura2

 

Será aberto o Wizard da criação da VM, basta clicar em Next.

figura 3


Nessa parte é necessário atribuir um nome para a máquina, no meu caso coloquei de Oracle RAC 10g – 1, fique a vontade para colocar o nome que preferir. Escolhemos nesse ponto também o Sistema Operacional e a Versão dele. Como nesse exemplo estarei utilizando o Oracle Linux escolhi a opção Linux para SO e Oracle para a versão.
figura 4


Definimos aqui a quantidade de memória utilizada pela VM, 512 MB é um número bom para termos um ambiente de teste, coloque o valor que desejar.
figura 5


Quando se cria uma VM no VirtualBox, temos a opção de criar um novo Virtual Hard Disk ou utilizar um existente. Como estamos criando do zero nossa máquina virtual, devemos escolher a opção Create new hard disk. Esse é o disco que iremos instalar os binários Oracle, é o disco local da máquina. Escolha as opções abaixo e clique em Next para abrir o Wizard da criação do disco virtual.
figura 6


Aqui, já estamos no Wizard para criarmos nosso disco virtual. Apenas clique em Next.
figura 7


Um Virtual Hard Disk pode ser dinâmico ou fixo. Para melhor utilização do espaço do meu HD, estarei utilizando o disco virtual em modo dinâmico.
figura 8


Nesse ponto é onde definimos o caminho e o tamanho do nosso disco. O caminho fica a seu critério, porém o tamanho não recomendo colocar menor do que 15G, já que pode não ser suficiente para instalar os binários do cluster e do oracle.
figura 9


Observe o resumo de toda as configurações do Virtual Hard Disk e caso esteja de acordo clique em Finish para criar o disco.
figura 10


Com o hard disk criado, o Wizard de criação de disco será finalizada e voltará para o Wizard da máquina virtual. Nesse momento, observe atentamente o nome, quantidade de memória, localização de disco etc … Caso tudo esteja conformo você deseja basta clicar em Finish para concluir a criação da VM.
figura 11

figura 12


Configuração da máquina virtual

Iremos iniciar agora, a configuração da máquina virtual recém criada. Para iniciar o Wizard de configuração da VM, basta selecionar a máquina desejada e clicar em Settings, como exibido na figura 13.

figura 13

A primeira aba de configuração é a General. Nela não temos que realizar nenhuma configuração, por isso pule para a aba System.
figura 14

Na aba System, desmarque o Floppy (disquete) no boot order, fazendo com que no momento do boot, o VirtualBox não utilize o floppy.
figura 15

A próxima aba de configuração é a Storage. Devemos remover a unidade de CD/DVD-ROM vazia e adicionar uma nova apontando para a ISO Oracle Linux 5. Veja os passos  nas figuras 16, 17, 18, 19, 20 e 21.
figura 16

Confirme a remoção da unidade de CD/DVD-ROM vazia.
figura 17

Adicione um novo dispositivo de CD/DVD-ROM clicando no primeiro ícone do IDE Controller
figura 18

Escolha a opção Choose disk(Escolher disco).
figura 19

Selecione a ISO correspondente do Oracle Linux 5 e clique em Open.
figura 20

figura 21


Desabilite o Audio na máquina virtual através da aba Audio. Após desabilitar feito isso, vá até a aba Network.
figura 22


Aqui é onde se define os adaptadores de rede. Temos que habilitar 2 adaptadores de rede em modo Bridged. As figuras 23,  24 demonstra como realizar essa configuração
figura 23

figura 24

Por fim, basta desabilitar a USB da máquina na aba USB, como na figura 25.
figura 25

Com todos os passos acimas realizados, temos uma máquina virtual criada e pronta para iniciar a instalação do Linux, que será nossa próxima etapa. Caso ficou alguma dúvida em algum processo poste seu comentário que terei prazer no que puder ajudar.
Até a próxima etapa

Certificação Oracle RAC 10g
julho 12, 2011

Olá Pessoal.

Andei sumido para responder os comentários e e-mails … mais foi por uma boa causa.

Depois de um tempo estudando pra valer Oracle RAC … hoje prestei a prova 1z0-048 (Oracle Database 10g: RAC Administrator Certified Expert) e passei. Muito bom ver o PASS na tela …

Agora apertem o cinto … vamos ver muitos posts sobre RAC a partir de hoje : )

Até mais