No dia seguinte em que publiquei a parte 1 da série sobre segurança de banco de dados, meu amigo Gerson Vasconcelos Jr. enviou através do e-mail um trabalho que havia feito na faculdade que poderia ajudar a fazer os próximos post de segurança, e realmente .. o documento é fantástico! Tem várias notas muito bem explicadas de como configurar o Oracle para trabalhar de forma segura!
O Gerson para quem não sabe, além de ser um grande amigo e um grande DBA que essa carreira deu o privilégio de conhecer, o cara também é blogueiro, seu blog é o http://www.diaadiaoracle.com.br/ e ele escreve também no Grupo de Profissionais Oracle no blog Dia a Dia Oracle.
Como ele mesmo disse no e-mail: “Conhecimento é a única coisa que quando você divide, se multiplica!”, aqui está o trabalho e a apresentação do Gerson (claro pedi a permissão dele para divulgar):  http://flaviosoares.com/docs/security/trabalho_gerson
Entre as notas mencionadas por Gerson no trabalho, a que achei mais interessante foi sobre o parâmetro ULT_FILE_DIR, para quem não sabe esse parâmetro pode destruir seu ambiente! Caso o usuário oracle tenha privilégio, você pode criar um arquivo através do utilitário utl_file bem em cima de um arquivo crÃtico do SO, ae já sabe … adeus servidor! Mas, como contornar isso? Leia o trabalho, que lá o Gerson explica melhor!
Gersão, está devendo uma passada aqui em São Paulo para a gente tomar uma ein!  um abraço e muito obrigado mesmo!
Parte 01 – 07_DICTIONARY_ACCESSIBILITY
…
Encontrando os password default
Não é novidade nenhuma que existem várias contas de usuários padrão no banco de dados Oracle, alguns deles até são criados com privilégios administrativos.
Usuários padrão são criados no momento da criação do banco e claro,  são registrados sem uma senha e já vem bloqueado por default, exceto para SYS e SYSTEM que são contas administrativas que quando criadas através do CREATE DATABASE, se não definidas as senhas, elas devem ficar:
SYS : CHANGE_ON_INSTALL)
SYSTEM : MANAGER
Se você acha que os usuários default do Oracle é uma lista pequena, está enganado, aqui é alguns dos usuários padrão que são instalado sempre que um banco ou uma feature do banco é instalada. Por exemplo, o usuário XDB somente é instalado quando o Oracle XMLDB é instalado:
SYS SYSTEM SYSMAN OUTLN TSMSYS WKSYS SCOTT ADAMS JONES WKPROXY OLAPSYS OWBSYS CLARK BLAKE HR OE SH DEMO ANONYMOUS CSMIG CTXSYS DBSNMP DIP DMSYS DSSYS EXFSYS LBACSYS MDSYS ORACLE_OCM ORDPLUGINS ORDSYS PERFSTAT XDB MGMT_VIEW SI_INFORMTN_SCHEMA
Porém para alguns deles (quase todos), existe uma senha padrão definida, como o famoso usuário SCOTT que possuà a senha padrão definida como TIGER.
Muitos ambientes Oracle tem o usuário SCOTT criado (e provavelmente até com a senha padrão definida), o que deixa o banco de dados muito vulnerável, imagina que com uma senha padrão definida, qualquer um a qualquer momento pode acessar o seu banco, somente acessando essa conta.
Ok, mais como me livro disto? Qual é a maneira de descobrir se os usuários na lista acima está com a senha padrão habilitada?
Somente a view DBA_USERS_WITH_DEFPWD pode te responder isso …
Logado no SQL*Plus com uma conta administrativa, execute a seguinte consulta de encontra a view DBA_USERS_WITH_DEFPWD
SQL> SELECT * FROM DBA_USERS_WITH_DEFPWD; USERNAME ------------------------------ DIP OUTLN ORACLE_OCM APPQOSSYS SQL> select username, account_status from dba_users where username in (select username from dba_users_with_defpwd); USERNAME ACCOUNT_STATUS ------------------------------ -------------------------------- APPQOSSYS EXPIRED & LOCKED ORACLE_OCM EXPIRED & LOCKED DIP EXPIRED & LOCKED OUTLN OPEN
A primeira consulta, mostra que temos a lista completa dos usuários em que a senha padrão está definida. Na segunda consulta, é informado que apenas o usuário OUTLN que tem uma senha padrão está com o status da conta habilitado.
Mesma com uma conta bloqueada, deixar o usuário com uma senha padrão pode ser muito perigoso, imagina se alguém habilita uma dessas contas sem querer e não troca a senha?
Para mudar a senha não é segredo:
SQL> PASSWORD OUTLN Changing password for OUTLN New password: ********* Retype new password: ************ Password changed
São maneiras simples como essa que podem te livrar de uma dor de cabeça incrÃvel. O DBA devem estar atento a tudo, inclusive a pequenos detalhes como este. Nem quero pensar que uma conta dessas caia em mãos erradas, imagina que uma conta dessas com privilégio administrativo, o de create/drop tablespaces por exemplo, esteja com a conta habilitada e password default e algum abelhudo consegue conectar com essa conta, já penso o estrago? …
É! … você pode dar adeus ao seu banco e rezar para ter backup …
Só nós DBA’s sabem as inúmeras funções, sintaxes e comandos que precisamos decorar no nosso dia a dia e isso não é uma tarefa fácil, além do que, as soluções sempre precisam ser rapidamente propostas. Por isso que gosto de facilitar as coisas sempre que posso, assim como esse script, que além de simples ele realiza é uma formarápida os passos que nem sempre são lembrados, isso evita aquele tempão gasto procurando na documentação a sintaxe exata de tal procedimento. Qual DBA que nunca passou por isso que atire a primeira pedra!
O objetivo principal do script é facilitar a execução do Oracle Segment Advisor, de uma forma bem simples, apenas três argumentos e nada mais e o melhor de tudo: não é preciso criar qualquer tipo de objeto no banco de dados, todo trabalho é executado através de um bloco anônimo de PLSQL e o único requisito aqui é o bom e velho SQL*Plus.
Você pode conferir a primeira versão (sim, próximas poderão surgir) você pode fazer aqui.
Como usar Segment Advisor Script?
SYNTAX: { @run_sa “Owner Segment” “Segment Name” “Segment Type” }
Ele não precisa nada mais além do que três argumento:
1. “Owner Segment” :Â Â O primeiro representa o nome do owner do segmento.
2. “Segment Name”:Â O segundo representa o nome do segmento.
3. “Segment Type”:  O terceiro representa o tipo do segmento. Que pode ser um TABLE, INDEX etc …
Usando o Segment Advisor Script
Para explicar melhor vamos a um teste prático.
Primeiro de tudo, precisamos de uma tabela grande favorável para o teste que vamos fazer, para isso criei a tabela chamada TBIG dentro do schema FSOARES.
FSOARES@dbtst> create table tbig as select * from dba_source; Table created. FSOARES@dbtst> insert into tbig (select * from tbig); 633054 rows created. FSOARES@dbtst> / 1266108 rows created. FSOARES@dbtst> / 2532216 rows created. ... FSOARES@dbtst> commit; FSOARES@dbtst> @size tbig SEGMENT_NAME SEGMENT_TYPE SIZE_MB ------------------------------ ------------------ --------------- TBIG TABLE 5,244.00
Pronto, temos agora uma tabela de 5G que está perfeita para o nosso teste. Vamos ver quantos registros temos:
FSOARES@dbtst> set timing on
FSOARES@dbtst> select count(*) from tbig;
COUNT(*)
----------
40515456
1 row selected.
Elapsed: 00:04:08.21
Ok, temos cerca de 40515456 registros e levamos cerca de 4 minutos para sabermos isso. Vamos agora apagar uns 98% dessa tabela deixando apenas alguns milhares de registro. Para fazer essa operação mais racional,  quero descobrir  quantos registros tenho por usuário nessa tabela, afim de deixar apenas os menores owners:
FSOARES@dbtst> select count(*), owner from tbig group by owner order by 1;
COUNT(*) OWNER
---------- ------------------------------
576 IX
576 OUTLN
1088 PM
2176 FLOWS_FILES
2176 HR
2880 SYSTEM
13696 OE
14912 ORDPLUGINS
19392 WMSYS
70464 EXFSYS
183808 ORACLE_OCM
230528 DBSNMP
231552 ORDSYS
548288 XDB
731264 OLAPSYS
1258816 CTXSYS
1340416 MDSYS
2624256 APEX_030200
9466112 SYS
23772480 SYSMAN
20 rows selected.
Elapsed: 00:01:14.06
FSOARES@dbtst> delete tbig where owner NOT IN ('IX', 'OUTLN');
40514304 rows deleted.
Elapsed: 00:29:57.41
FSOARES@dbtst> commit;
Commit complete.
Elapsed: 00:00:00.01
Aqui, a nossa tabela TBIG está somente com os dados usuário IX e OUTLN, o resto dos outros usuário foi simplesmente apagado. Bom como temos agora apenas alguns registros vamos realizar aquele mesmo count para ver o a quantidade de registro, vamos ver agora o quanto tempo levará. Primeiro é claro, vamos remover a consulta do nosso cache.
FSOARES@dbtst> alter system flush shared_pool;
System altered.
FSOARES@dbtst> alter system flush buffer_cache;
System altered.
FSOARES@dbtst> select count(*) tbig
COUNT(*)
----------
1152
1 row selected.
Elapsed: 00:03:53.93
Temos agora cerca de mil registros e levamos quase o mesmo tempo para realizar o count da tabela quando ela estava com mais de 40 milhões de registro!? Como isso pode ser? Tivemos o mesmo tempo para contar de 0 a 1152 e de 0 a 40 milhões?
Bom, sem dúvidas há alguma coisa de errado com nosso segmento de tabela TBIG. É aà que entra o Segment Advisor, que vai nos aconselhar o que fazer com esse segmento.
Veja como é simples:
FSOARES@dbtst> @run_sa fsoares tbig table --------------------------------------------------------------------------------- -- Segment Adviser Script v1.0 by Flavio Soares ( http://flaviosoares.com ) Running the Segment Advisor for Segment Owner : FSOARES Segment Name: TBIG Segment Type: TABLE Segment Advisor successfuly completed For delete the task TaskName_FSOARES_cxdnLahXMf run: SQL> exec dbms_advisor.delete_task('TaskName_FSOARES_cxdnLahXMf'); -- Showing the Segment Advice Recommendations for the object "table" "fsoares" "tbig" TABLESPACE_NAME : USERS SEGMENT_OWNER : FSOARES SEGMENT_NAME : TBIG SEGMENT_TYPE : TABLE PARTITION_NAME : ALLOC_MB : 5,244.00 RECLAIM_MB : 4,567.54 USED_MB : 676.46 PCT_SAVE : 87 % RECOMMENDATIONS : Enable row movement of the table FSOARES.TBIG and perform shrink, estimated savings is 4789413285 bytes. SOLUTION 1 : alter table "FSOARES"."TBIG" shrink space SOLUTION 2 : alter table "FSOARES"."TBIG" shrink space COMPACT SOLUTION 3 : alter table "FSOARES"."TBIG" enable row movement ---------------------------------------------------------------------------------
Observe a recomendação, ele sugere realizar um shrink na tabela que ganharemos com isso cerca de 87% de espaço que hoje não está sendo utilizado. Opa!  … é 87% é um bom ganho, então vamos aplicar as recomendações sugeridas.
FSOARES@dbtst> alter table "FSOARES"."TBIG" enable row movement; Table altered. FSOARES@dbtst> alter table "FSOARES"."TBIG" shrink space; Table altered.
Após as recomendações aplicadas, vamos agora executar novamente o count de encontro a tabela TBIG e observar o tempo:
FSOARES@dbtst> alter system flush shared_pool;
System altered.
FSOARES@dbtst> alter system flush buffer_cache;
System altered.
FSOARES@dbtst> select count(*) from tbig;
COUNT(*)
----------
1152
1 row selected.
Elapsed: 00:00:00.01
Depois da recomendação aplicada, o tempo simplesmente caiu para 0.01 segundos.
Viu como ficou bem mais simples utilizar o Segment Advisor agora com o run_sa.sql
Com apenas três argumentos e já temos nossas recomendações.
FSOARES@dbtst> @run_sa fsoares tbig table --------------------------------------------------------------------------------- -- Segment Adviser Script v1.0 by Flavio Soares ( http://flaviosoares.com ) Running the Segment Advisor for Segment Owner : FSOARES Segment Name: TBIG Segment Type: TABLE Segment Advisor successfuly completed For delete the task TaskName_FSOARES_cxdnLahXMf run: SQL> exec dbms_advisor.delete_task('TaskName_FSOARES_cxdnLahXMf'); -- Showing the Segment Advice Recommendations for the object "table" "fsoares" "tbig" TABLESPACE_NAME : USERS SEGMENT_OWNER : FSOARES SEGMENT_NAME : TBIG SEGMENT_TYPE : TABLE PARTITION_NAME : ALLOC_MB : 5,244.00 RECLAIM_MB : 4,567.54 USED_MB : 676.46 PCT_SAVE : 87 % RECOMMENDATIONS : Enable row movement of the table FSOARES.TBIG and perform shrink, estimated savings is 4789413285 bytes. SOLUTION 1 : alter table "FSOARES"."TBIG" shrink space SOLUTION 2 : alter table "FSOARES"."TBIG" shrink space COMPACT SOLUTION 3 : alter table "FSOARES"."TBIG" enable row movement ---------------------------------------------------------------------------------
Dúvidas, melhorias, bugs, recomendações serão muito bem vindas!
Um abraço e aproveitem!
Será o lançamento do Oracle 12c amanhã?
No dia 12/12/2012 ?
Será?
Só nos basta esperar …
O objetivo não é assustar mais o de sempre informar.
Bug 4421376 – Dump (kgldpo) after ALTER TYPE .. RESET
De acordo com a Oracle, existem casos em que quando o “ALTER TYPE RESET;” é executado podem ocorrer corrupção no dicionário de dados do seu banco, isso mesmo você “pode” ter uma corrupção no seu banco!
Para confirmar o problema, basta ver a mensagem kgldpo no seu dump quando um reset é disparado.  Oracle acredita que as versões abaixo da 11g podem ser afetadas com esse problema, porém confirma apenas na versão 10.2.0.4.
Sempre consulte o Oracle Supporte para qualquer conselho.
Mais detalhes:
Bug 4421376 – Dump (kgldpo) after ALTER TYPE .. RESET [ID 4421376.8]
São esses tipos de problemas, que existe um intenso apelo por parte da Oracle para sempre manter o seu banco atualizado e com seus os patch em dias, podendo evitar assim problemas extremamente graves como este.
Olá Pessoal
Amanhã para quem não sabe estará acontecendo o Oracle OpenWorld Latin America 2012 aqui em São Paulo na Transamérica Expo Center em São Paulo.
Está é a oitava edição que acontecerá nos dias 04, 05 e 06 de Dezembro.
Sem dúvida é sempre um grande oportunidade para conhecermos as novidades e estar por dentro de tudo que está rolando no mundo Oracle.
Estarei somente no dia 06 (último dia), mais vou tentar tirar algumas fotos para postar no blog. Tudo de interessante que ver por lá estarei compartilhando com vocês.
Essa é uma boa oportunidade para conhecer o pessoal que visita o blog, se alguém for me procure lá
Mais informações: http://www.oracle.com/openworld/lad-pt/index.html
DemoGrounds:Â http://www.oracle.com/openworld/javaone-lad-2012-demogrounds-pt-1873601.pdf
Agenda:Â http://flaviosoares.com/wp-content/uploads/2012/12/oow-schedule15-pt-1876004-ptb.pdf
…
Esse é o primeiro post de uma série inteira que está por vir, explicando passo a passo a instalação e configuração do Oracle Data Guard 11g utilizando o VirtualBox.
O Oracle Data Guard faz parte do Oracle Database High Availability, ou seja, estamos falando de alta disponibilidade (HA).  Diferentemente do Oracle RAC o Data Guard trabalha exclusivamente com os dados do seu banco, dados esses que são o bem mais crÃtico do negócio de uma empresa. O Data Guard é uma solução de proteção a dados como também, a disponibilidade deles, que cria e mantém um ou mais bancos de contingência (standby) sendo possÃvel assim, recuperar de um completo desastre.
Não gosto de chamar o Oracle Dataguard simplesmente de um banco de standby, por que ele vai além disso as opções de configuração e otimização levam ele a um grau muito acima do que um simples banco de contingência. (veja mais sobre ele aqui)
Em uma configuração Data Guard, sempre terá o banco de dados primário e um ou mais bancos de standby, este por sua vez só será ativo quando houver problemas no banco primário, ou por qualquer outro motivo que precisamos utiliza-ló, como por exemplo uma manutenção no servidor onde o banco de dados primário encontra-se.
Sempre que um banco standby for ativado (switchover) ele é automáticamente “transformado” no banco primário e o banco primário passa a ser o standby. Podemos também realizar a volta (switchback) em que o banco standby atual (antigo primário) volta a ser o banco de dados produção e o atual primário (antigo standby) torna a ser o o banco de contigencia novamente.
Seja o modelo de uma configuração básica do Dataguard.
A partir do 11g, existe três tipos de Data Guard:
- Physical database : É a cópia fÃsica perfeitamente identica do seu banco primário. Realmente é um clone feito bloco a bloco mantendo toda a estrutura de diretório, schemas, objetos e etc … Ele é mantido sincronizado através do Redo Apply.
- Logical database: Ele contém a mesma estrutura lógica (tabelas, objetos, indexes etc …) porém a sua organização fÃsica e estrutural pode ser diferente. Ele é mantido sincronizado através do SQL Apply.
- Snapshot database: Ele é um banco de contingência que é possÃvel realizar qualquer movimentação de dados e ainda assim ele se mantém sincronizado, ou seja ele permite que qualquer sessão altere qualquer informação no banco enquanto ele se mantém sincronizado. Na verdade, enquanto o banco está aberto para utilização, ele represa os archives que são aplicados assim que voltamos o banco no modo standby.
Pré-Requisitos:
 Vou começar esse artigo passando desde a criação da máquina virtual, então você que não está familiarizado com a instalação do Oracle no Linux, fique despreocupado que vamos ver tudo aqui.
Para poder acompanhar vamos precisar:
- Virtual Box instalado na máquina
- Software Oracle 11g R2 (não é preciso o release 11.2.0.3).
- ISO do Oracle Linux 5.x (ou similares). Você pode fazer o download gratuito aqui, basta apenas se cadastrar
Configurando o VirtualBox
Criação da máquina Virtual (DB Primary).
Com as configurações necessárias feitas, vamos agora a criação da VM onde será o nosso Database Primary. Com o VirtualBox aberto clique no botão New.
Como a versão da minha ISO do Oracle Linux é x86-64, a versão minha selecionada foi o Oracle Linux 64bits. Caso a versão da sua ISO for x86 selecione a opção 32bits.
Selecione a quantidade de memória desejada.
Aqui temos nossa VM criada, vamos a algumas configurações necessárias. Por isso, selecione a VM DB Primary e clique na opção Settings.
Na aba System, remova o Floppy disk no Boot:
Clique na opção Processor, e caso você deseje, adicione mais um processador a máquina virtual.
Vá a Aba Storage, para adicionarmos a ISO de instalação do Oracle Linux.
Selecione o disco vázio na Controladora IDE, remova clicando no icone “-”.
Clique no icone +, e selecione a ISO do Oracle Linux.
Agora a última configuração, vá a aba Network e defina o adaptador como Host-only Adapter e selecione o adaptador vboxnet1.
Instalação do Oracle Linux
Agora sim, vamos a instalação do Linux. Inicie a máquina virtual.
Vamos cancelar essa etapa de checagem dos discos. Selecione o Skip e continue.
Aqui será mostrado uma mensagem de que estaremos iniciando a configuração de disco. Selecione em Yes e continue.
Selecione a opção Create custom layout, e continue.
Vamos agora, definir o layout do disco. Como o disco foi criado com 20G, estarei configurando da seguinte maneira:
- Swap: 1G
- Partição / com 19G.
Fique a vontade para configurar da maneira que desejar. Clique no botão New.
Defina o Swap.
Clique no botão New novamente e defina a partição / como ext3 e clique na opção Fill to maximum allowable size.
Na próxima tela, apenas continue.
Vamos agora a configuração da rede. Selecione o adaptador eth0 e clique no botão Edit.
Aqui estarei definindo o IP: 20.0.0.10 com o Netmask: 255.255.0.0
Com o adaptador configurado, vamos definir um hostname para o Linux instalado. Após deixar como a figura abaixo clique em Next.
Selecione o TimeZone de SP:
Defina agora a senha do usuário root, que aqui vou colocar como oracle.
Vamos agora uma das partes mais importantes, a definição dos pacotes. Selecione a opção Customize now e clique em Next.
Em Desktop Enviroments, deixe as opções como está. Clique em no item Applications.
Deixe as opções como na imagem abaixo:
Agora em Development, deixe as opções novamente iguais. Clique no item X Software Development e clique em Optional packages.
Selecione o pacote libxp-devel para ser instalado e clique em Close.
Agora vamos para o Server, e deixe iguais as opções de instalação.
Vá para a opção Base System agora e deixa como as opções da figura abaixo. Depois de feito, selecione a opção System Tools e clique na opção Optional packages e selecione o pacote sysstat para ser instalado.
Depois de feito, clique em Next.
Iniciando a instalação.
Com a instalação concluida, vamos reiniciar a máquina.
Desabilite as opções de Firewall.
Não vamos criar nenhum usuário agora, clique em Next e depois em Continue.
Instalação do Guest Additions VirtualBox
Com o nosso Linux instalado, vamos instalar o Guest Additions do VirtualBox que nada mais é que um otimizador da VM. Com a VM ligada vamos logar na máquina com o usuário root.
Após de logado, clique no item Install Guest Additions.
Um disco será criado e adicionado na máquina Virtual como mostra a figura abaixo.
Abra um terminal e vá para o diretório /media/VBOXADDITIONS … e execute o script VBoxLinuxAdditions.run
Temos agora a máquina virtual necessária para instalarmos o Oracle Database 11g. Na nossa próxima parte dessa série estaremos então instalando o Oracle Database 11g.
Um abraço, espero que tenham gostado da idéia e continuem acompanhando. Qualquer dúvida post um comentário ..





















































































